O que separa o jovem da vaga
não é o currículo. É a descrença.
Esta proposta trata o canal da Alini como o que ele já é: um canal do PROA com rosto — a prova viva de que o instituto existe e é real. E desenha a estrutura para que essa prova alcance mais jovens.
O PROA precisa quase dobrar o número de jovens que forma por ano.
A meta está declarada no Relatório de Atividades 2025: 110 mil jovens formados até 2030. O ano fechou com cerca de 12,5 mil. A distância entre esses dois números é o que esta proposta se propõe a ajudar a encurtar.
+30 mil formados
Em 12 estados e 2.761 cidades, com mais de 20 mil jovens empregados ao longo da história do instituto.
12.505 em 2025
12.219 formados na Plataforma PROA e 286 no PROPROFISSÃO, com 87% empregados em até seis meses.
16 a 20 mil por ano
É o intervalo que fecha a conta até 2030, partindo do número de hoje. Um salto de 30% a 60% sobre 2025.
São 80 mil jovens entre o número de hoje e a meta de 2030. Esse é o total em jogo. Na taxa que o próprio PROA publica — 12,7% de inscrito a formado — chegar lá exige entre 30 e 61 mil inscrições novas por ano. Nenhum canal isolado entrega isso sozinho. Mas nenhum canal pode ficar parado.
O funil não começa no processo seletivo. Começa na descrença.
Lemos as doze trajetórias de jovens publicadas no Relatório de Atividades 2025 procurando o que se repetia. Duas coisas aparecem em quase todas.
Eles chegam pelo feed
Instagram, principalmente. Anúncio, post, perfil, publicação enviada pela mãe. Não é a escola, não é a indicação institucional. É rede social — em São Paulo, no Pará, na Bahia, no Paraná.
E eles não acreditam
Nos próprios depoimentos do relatório, jovens contam que acharam que era golpe, que se inscreveram "mesmo desconfiados", que achavam que não daria em nada. A desconfiança reaparece de estado em estado, no mesmo lugar da jornada.
O PROA já encontrou o antídoto e o descreveu no próprio relatório: o Comitê de Embaixadores existe porque, quando um jovem vê alguém parecido com ele dizendo que deu certo, ele passa a acreditar que pode dar certo para ele também. A descrença não se desfaz com argumento. Se desfaz com rosto.
A voz de maior confiança do PROA está no canal de menor alcance.
Não é um problema de esforço. É um problema de estrutura — e por isso não se resolve gravando mais.
Seguidores do perfil institucional no Instagram, contra 177 mil em 2024.
Seguidores no TikTok, contra 1 mil em 2024. O crescimento mais rápido da casa.
Seguidores no canal pessoal da CEO, onde está a voz mais pessoal da organização.
Publicações acumuladas nesse canal desde o início.
O reconhecimento já existe: Top Voice no LinkedIn, autora publicada, host de podcast próprio, abertura de evento com mais de 250 participantes. O que não existe é a estrutura de produção que transforma reconhecimento em alcance recorrente. E há um agravante de forma: num contexto em que o jovem já suspeita de golpe, um vídeo gravado no celular trabalha contra a mensagem que ele carrega.
Um canal, dois públicos, uma consequência.
O briefing pede conteúdos para jovens em início de carreira e para profissionais em diferentes níveis. São dois públicos com funções diferentes — que terminam no mesmo lugar.
O canal
da Alini
É dela e é do instituto ao mesmo tempo — a única voz do PROA que consegue ser institucional e pessoal na mesma frase. Fala com quem precisa da vaga e com quem abre a vaga.
Da descrença à inscrição
Um rosto que confirma que o programa existe, que é gratuito de verdade e que é para ele. É o que destrava o topo do funil, antes de qualquer página de cadastro.
Da inscrição à formatura
Conteúdo de utilidade real encurta a distância entre entrar e concluir: entrevista, postura, primeiro currículo, o que dizer quando não há experiência.
De executiva a referência
Alini como intérprete do mercado de trabalho jovem. É o território que conversa com RH, employer branding, ESG e imprensa — o mesmo público que ela já acessa no LinkedIn.
De referência a porta aberta
Cada empresa que passa a empregar pelo PROA converte reputação em vaga. A rede de empregadores é o que sustenta a taxa de 61% de formado a empregado.
Mais jovens empregados
O jovem que acreditou encontra a empresa que abriu. É a única métrica que interessa aos dois lados — e a que esta proposta assume como sua.
Cinco territórios. Cada um com uma função declarada.
Doze vídeos por mês só funcionam se cada um souber o que veio fazer. A divisão abaixo é o ponto de partida e se recalibra com os dados dos dois primeiros meses.
Isso é real · 2 peças
Alini desmontando a desconfiança de frente: por que é gratuito, quem financia, quanto tempo dura, qual é a pegadinha. O território mais subestimado e o de conversão mais direta, porque ataca o primeiro filtro do funil.
Primeiro emprego sem manual · 3 peças
O que ninguém ensina: como responder a "fale sobre você", o que fazer sem experiência no currículo, como se portar numa entrevista. Nos depoimentos do relatório, a preparação para entrevista aparece como o fator decisivo da vaga.
O espelho · 2 peças
Trajetórias de PROANOS na voz dela ou ao lado deles. É o mecanismo que o Comitê de Embaixadores já validou na prática, agora com produção e alcance de canal.
Medo, coragem e recomeço · 2 peças
O território do livro. Aqui ela é autora, não instituição — e é o conteúdo que atravessa faixas de carreira, alcançando o público adulto sem perder o jovem.
A conta que o Brasil não fecha · 3 peças
Leitura de mercado e bastidor de liderança: 1,6 milhão de jovens de 18 a 24 anos desempregados, salários até 38% menores, lacuna de habilidades travando empresas. É o território que fala com quem decide contratar e apoiar.
Os roteiros seguem sendo de vocês. O que propomos é uma camada de adaptação para fala e para o formato: corte de excesso, marcação de ritmo e construção dos três primeiros segundos. Não mexemos na mensagem; preparamos ela para o feed.
Três decisões definem se uma diária mensal parece uma diária mensal.
Direção de fala, não só câmera
A distância entre as referências que vocês citaram e um vídeo de celular não está na lente. Está em ritmo, pausa, olhar e primeiro segundo. É aqui que a diária vira ou não vira profissional.
Variação planejada de setup
Doze vídeos gravados em um dia precisam de duas a três combinações de cenário, enquadramento e figurino. Sem isso, o feed denuncia o lote. É trabalho de pré-produção, não de edição.
Locação que muda todo mês
Já gravamos em estúdio, em Airbnb, em café, em espaço comercial. Cada um entrega uma textura diferente — e o ideal é justamente não repetir: o cenário de fevereiro não pode ser o de março.
Respondendo à pergunta de vocês sobre locação: trabalhamos com uma rede de espaços — estúdios, apartamentos de temporada, cafés, salas comerciais — em vez de um endereço fixo. Não é falta de estrutura, é escolha: um canal que publica três vezes por semana esgota um cenário em poucas semanas, e o mesmo fundo repetido doze meses seguidos faz o conteúdo envelhecer antes da hora. Todo mês levamos três opções com valores reais e testamos luz e som antes de fechar. A contratação e o pagamento do espaço ficam direto com vocês: a WAS não entra na cadeia de pagamento nem cobra margem sobre locação.
O que acontece a partir do aceite.
Fundação
Mês 1O primeiro mês não é sobre volume. É sobre definir a forma que vai se repetir nos cinco seguintes.
- LocaçãoTrês opções apresentadas, com teste de luz e som antes do fechamento
- DireçãoSessão de calibragem de fala com a Alini, fora da diária
- IdentidadeDefinição de enquadramento, luz, cor, legenda e assinatura dos vídeos
- AtribuiçãoMarcação de origem no link de inscrição, antes da primeira diária
- Entrega12 vídeos
Padrão
Meses 2 e 3Com a forma definida, o objetivo passa a ser consistência: três publicações por semana sem falha, com a mesma cara.
- Produção12 vídeos por mês em uma diária
- LeituraPrimeira recalibragem do mix a partir da retenção real por território
- CanalReorganização de bio, destaques e apresentação do perfil
Alcance
Meses 4 e 5Com o padrão instalado, o trabalho vira otimização: descobrir o que puxa alcance e repetir com variação.
- Produção12 vídeos por mês
- TestesVariações de abertura e formato nos territórios de maior retenção
- ExtraAproveitamento de podcast e falas em evento como matéria-prima adicional
Prova
Mês 6Fechamento do ciclo com leitura do que o canal produziu e desenho do ciclo seguinte.
- RelatórioEvolução de alcance, seguidores e retenção por território
- AtribuiçãoLeitura de inscrições e contatos originados no canal
- PlanoRecomendação para os seis meses seguintes
Não medimos isso em views. Medimos em jovens empregados.
O PROA publica as próprias taxas de conversão. Elas permitem traduzir alcance em consequência sem precisar inventar nada.
De inscrito a formado. Taxa publicada no Relatório de Atividades 2025.
De formado a empregado. Mesma fonte, mesmo ano.
Jovens empregados a cada mil inscrições que o canal gerar, aplicando as duas taxas acima.
Inscrições por dia que o PROA recebeu em 2025, somando todos os canais. É a régua dos cenários a seguir.
As duas primeiras linhas são fatos publicados por vocês. A terceira é a multiplicação direta de uma pela outra — é a unidade de conta desta proposta. Uma ressalva que preferimos escrever do que esconder: não temos acesso aos dados atuais do canal, alcance médio, retenção ou origem de seguidores. Por isso os cenários a seguir são calibrados contra o volume que o instituto já recebe, e não contra uma projeção de alcance que não temos como sustentar hoje. No mês 1, com os dados em mãos, eles deixam de ser referência e viram meta acordada.
Entre 77 e 387 jovens empregados em seis meses.
Os três cenários usam exatamente as mesmas duas taxas que vocês publicam. A única variável entre eles é quantas inscrições o canal gera no ciclo.
Em proporção ao que o instituto já recebe, os três cenários representam 2%, 5% e 10% do volume anual de inscrições. As premissas, em ordem: o conservador assume que o canal apenas mantém o alcance de hoje, com produção melhor e um convite claro em cada vídeo. O base assume que o alcance dobra ao longo dos seis meses e que o território "Isso é real" funciona como projetado. O agressivo depende de pelo menos um vídeo escapar da base de seguidores — o que acontece por consistência e volume, não por encomenda, e por isso não é promessa, é teto. O risco maior dos três não é de volume, é de atribuição: parte das inscrições chega sem origem rastreável e subestima o canal. Por isso a marcação de origem entra antes da primeira diária, ainda no mês 1.
R$ 9.800 por mês, durante seis meses.
O investimento tem duas linhas: o fee da WAS, fixo, e a locação da diária, contratada e paga direto por vocês. O escopo mensal está detalhado na seção 06.
R$ 9.800
Cobre curadoria de pauta, direção de fala, captação, edição, entrega e gestão do canal. Sem cobrança por peça adicional dentro do escopo.
6 meses
É o tempo mínimo para um canal sair de teste e virar padrão. Renovação avaliada no mês 6, com o relatório da Fase 4 em mãos.
Direto com vocês
Buscamos, testamos e apresentamos três opções por mês com valores reais. Vocês contratam e pagam o espaço direto. Não entra no fee e não tem margem da WAS.
Este é o único valor fixo desta proposta em reais. Todos os outros números estão em jovens. E uma nota sobre o escopo: o briefing pedia produção, gravação e edição. Estamos propondo mais do que isso, e o motivo está nas seções anteriores — o gargalo não é a câmera, é a ausência de um sistema por trás dela. Se a preferência for contratar só a produção, adaptamos escopo e valor sem constrangimento. É uma conversa, não uma condição.
Cinco coisas, e a primeira é a mais importante.
Dados atuais do canal
Alcance médio, retenção, origem de seguidores e demografia dos últimos 90 dias. É o que transforma as projeções da seção 08 em meta acordada.
Decisão sobre a locação
Apresentamos três opções na semana seguinte ao aceite. A escolha é de vocês e trava a estética da fase inteira.
Uma janela fixa na agenda da Alini
A diária precisa de data recorrente no mês. Sem isso, o calendário de três publicações por semana não se sustenta.
Alinhamento sobre a camada de roteiro
Vocês roteirizam. Propomos adaptar para fala e formato. Precisa estar combinado antes da primeira diária.
Acesso ao banco de histórias de PROANOS
O território do espelho depende de casos disponíveis e de autorização de imagem. Temos modelo pronto de autorização, se ajudar.