O app já
funciona.
Agora SP precisa
saber disso.
O Tá Chegando resolveu o problema técnico: saber quando o transporte chega. O que falta é criativo: uma comunicação que faça o paulistano se enxergar, baixar o app e ainda levar o nome dele até a mesa da CPTM, da SPTrans e do Metrô. É essa a parceria que a WAS propõe.
Startup de mobilidade tem dois públicos: quem usa a cidade e quem decide como ela se move.
O passageiro baixa o app quando se reconhece na comunicação. Os operadores, secretarias e órgãos reguladores olham para o produto quando a população o transforma em assunto, dado e demanda real. As duas frentes se alimentam: mais usuários geram mais informação; mais informação gera relevância pública; mais relevância abre portas institucionais.
O consumidor final gera escala. O ecossistema de mobilidade transforma escala em integração.
A prioridade e a abordagem de cada instituição serão definidas no kickoff conforme cobertura atual do app, disponibilidade de dados, integrações técnicas possíveis e maturidade de cada relacionamento.
Conteúdo com verdade de rua, ritmo de internet e uma função clara para o produto.
As referências abaixo não são modelos para copiar. Elas demonstram o tipo de atenção que buscamos: situações reconhecíveis, abertura forte, atuação natural, humor observacional, estética próxima e uma ideia simples capaz de ser compreendida e compartilhada rapidamente.
Nosso filtro criativo: toda ideia precisa cumprir pelo menos duas funções ao mesmo tempo: gerar identificação, explicar uma utilidade do Tá Chegando, estimular instalação, produzir dado compartilhável ou aproximar a marca de um agente institucional.
Os conteúdos são carregados diretamente pelo Instagram e dependem de conexão com a internet, disponibilidade pública das publicações e permissão de cookies no navegador. Caso o embed não carregue, o link abre a publicação original.
Primeiro a cidade ri. Depois a cidade cobra. No final, a cidade se move com o app.
O tridente de conteúdo + gestão de tráfego. Quatro pessoas dedicadas à conta.
R$ 8.000 de conteúdo. R$ 2.000 de tráfego. Verba de ads à parte, sem margem da WAS.
| Item | Valor mensal | Pago a |
|---|---|---|
| Fee conteúdo | R$ 8.000 | WAS |
| Fee tráfego | R$ 2.000 | WAS |
| Verba de ads (sugestão) | R$ 6.000 | Plataformas · direto pelo cliente, sem margem WAS |
| Investimento total | R$ 16.000 | projeto de 6 meses |
Verba de ads paga diretamente nas plataformas pelo cliente e ajustável mês a mês conforme o CPI observado. A WAS não cobra percentual sobre mídia.
KPIs do projeto · metas por trimestreO que é medido e cobrado em cada fase
| KPI | Trimestre 1 (atos 1 e 2) | Trimestre 2 (atos 2 e 3) |
|---|---|---|
| Downloads atribuídos à campanha | crescimento mês a mês com CPI declarado | CPI otimizado e escala do canal vencedor |
| Custo por install (CPI) | benchmark definido no mês 1 | redução mínima de 20% sobre o benchmark |
| Alcance e engajamento | audiência própria construída | UGC ativo com a hashtag da campanha |
| Menções e marcações aos órgãos | mecânica ativa a partir do mês 3 | volume que sustente pauta de imprensa |
| Imprensa earned | preparação de pauta com dados | matérias publicadas com dados do app |
| Meta institucional | construção de audiência e pressão | 1 órgão público em conversa oficial |
Metas numéricas absolutas de downloads e MAU são calibradas no kickoff com os dados atuais do app (base instalada, CPI histórico se houver, sazonalidade). Todos os KPIs entram no relatório mensal com números abertos.
A cidade ri.
A cidade cobra.
A cidade baixa
o app.
O produto está pronto. A campanha SP Não Espera coloca o Tá Chegando na boca do passageiro e na mesa do poder público, com fee transparente, equipe dedicada e KPIs abertos todo mês. Seis meses para transformar um app bom em um app que a cidade inteira conhece.
Proposta válida por 7 dias.
Tá Chegando · São Paulo · Julho 2026